<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655</id><updated>2011-11-02T12:05:15.733-07:00</updated><title type='text'>??????? O espírito da coisa ???????</title><subtitle type='html'>"Uma parte de mim é só vertigem, outra parte linguagem. Traduzir  uma  parte  na  outra  parte, que  é  uma  questão  de  vida  e morte...  Será arte?" (Ferreira Gullar)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-7355369425033132840</id><published>2011-10-07T03:50:00.000-07:00</published><updated>2011-10-07T03:50:36.394-07:00</updated><title type='text'>Igreja e contemporaneidade - desafios para o ser igreja e a educação cristã</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Introdução: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Por onde podemos começar para que ao final, tenhamos pelo menos uma idéia do que se trata o fenômeno da existência da igreja no mundo de hoje? Diversos autores já se propuseram a este desafio, e, como alguém já disse, esse trabalho será o esforço para enxergar a realidade, apoiando-se “por cima dos ombros” daqueles que já empreenderam tal tarefa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;Para deixar ainda mais clara minha abordagem acerca do problema, quero dizer de minha convicção de que, a realidade da igreja, é uma comunidade de pessoas, que não obstante sua nova natureza continuam partilhando do fato de serem humanos, fragilmente humanos; por isso, suas construções coletivas particulares - como é o caso da igreja, guardarão, no mínimo, correlação com o desenvolvimento da sociedade como um todo. A situação da “igreja contemporânea” deve ser vista, portanto sob a dupla referência às questões bíblicas, históricas, doutrinárias que lhes são peculiares, como também em relação à história, ciência e cultura humana em geral; noutras palavras, para analisar a “igreja contemporânea”, devemos olhar também a própria situação contemporânea. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;A verdade é que teríamos múltiplos caminhos para seguir. Por razões de tempo, iremos nos deter aqui em dois olhares diferentes. O primeiro será de “teórica”; quer dizer, iremos fazer uma breve síntese do impacto de três grandes “idéias” que deixaram suas marcas na cultura ocidental, e que, passado alguns séculos de sua origem, ainda são visíveis seus desdobramentos. O teólogo brasileiro Rubem Alves irá chamar essas idéias de “as três grandes humilhações” sofridas pela humanidade nos últimos séculos. Seriam elas: a “humilhação cosmológica”, a “humilhação antropológica”, e a “humilhação psicológica”. Vejamos um pouco mais detidamente cada uma delas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;a) Humilhação cosmológica&lt;span style="color: black; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt; - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Até 1543, nenhuma pessoa de “bom-senso” colocaria em dúvida que a terra era o centro do Universo - a visão geocêntrica. Isto até a publicação &lt;i&gt;“Das revoluções dos mundos celestes”&lt;/i&gt;, onde defendia que a terra girava em torno de seu próprio eixo, e em torno do Sol.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A teoria de Copérnico foi depois aperfeiçoada por Johannes Kepler no início do século XVII, mas na verdade, o estrago já estava feito: o homem que se julgava no centro do Universo deveria deixar suas ilusões, pois agora a terra deveria ser encarada como nada mais que um pouco de poeira diante do imenso universo. Foi abalado assim o mundo acima do homem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText3"&gt;&lt;b&gt;b) Humilhação antropológica -&lt;/b&gt; A teoria de Charles Darwin, publicada em 1859, onde defendia basicamente duas premissas: que todas as espécies de plantas e animais que existem hoje descendem de formas mais simples - pressupondo a evolução biológica - e segundo, que essa evolução se deve a “seleção natural”.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Com isso, de uma só vez, Darwin atacou a crença na criação Divina, como também da proeminência absoluta do homem no mundo animal - este não escapava das regras da evolução. “Uma descoberta humilhante, quanto menos se falar dela melhor” disse um cientista contemporâneo a Darwin. “Ah, se estes geólogos nos deixassem em paz! Ao final de cada verso da Bíblia, ouço bater os seus martelos!”, disse um escritor inglês. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;c) Humilhação psicológica -&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;De uma constatação aparentemente simples: de que há uma tensão entre o homem e o seu meio, Freud saltou para a compreensão dos impulsos que regem a vida humana. Com isso, Freud desafiava a longa tradição que afirmava que a razão é quem comanda nossas ações. Ele dizia que nossos instintos básicos pedem satisfação. Como nem sempre estes podem ser satisfeitos por conta das diversas sanções sociais, estes nos aparecem de forma disfarçada - seja nos sonhos, ou nos rituais neuróticos. Longe de ter controle e consciência sobre seu mundo interior, o homem se encontra refém de seus desejos escondidos sob as grossas camadas da racionalização. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Essas “humilhações” se por um lado, levaram o ser humano a se afastar de visões inadequadas do mundo, abriram espaço, ou pelo menos, tem servido de legitimação para a exploração do homem pelo homem. Como diria Dostoievski, em seu romance, “Os irmãos Karamázovi”, se Deus não existe, tudo é permitido... Sendo assim, conclui Rubem &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Alves, o mundo contemporâneo, embora marcado pelo triunfo da ciência, é um lugar frio, onde o ser humano não se sente abrigado e tranqüilo, mas numa verdadeira luta contra tudo, e contra todos, afinal, como o próprio Freud afirmou “a intenção de que o homem fosse ‘feliz’ não está incluída no plano da ‘Criação’”;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e nesse mundo desencantado, não há nada nem ninguém que lhe garanta um sentido para orientar sua vida.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ou como nas palavras do sociólogo alemão Max Weber, a nossa geração seria formada por: “Especialistas sem espírito, sensualistas sem coração. Esta nulidade imagina haver atingido um nível de civilização nunca dantes alcançado”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn2" name="_ftnref2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Uma outra análise muito pertinente, e ao meu ver, mais fecunda para a aplicação a que nos propomos, é aquela levantada pelo sociólogo da religião Peter Berger, principalmente em duas de suas obras: “Rumor de Anjos” e “O Dossel Sagrado”. A partir da herança da sociologia do já citado Max Weber, ele propõe a seguinte trilogia para compreensão do mundo contemporâneo: pluralização, secularização e privatização. Um dos motivos por que vou utilizar-me dessa teoria, é por que o impacto dessas três forças na vida da igreja, já foi demonstrado pela obra do escritor e pastor presbiteriano Rubem M. Amorese, em seu livro “Icabode”, onde através da apreciação desses três temas, ele faz um exame interessante e apropriado sobre a situação da igreja evangélica no Brasil em nossos dias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;É justamente por esse caminho já desbravado que irei viajar, e convido a todos que participem também desta caminhada, para que, ao mesmo tempo em que ouvimos as orientações daqueles que foram à nossa frente, possamos interagir com esses cenários, e assim dar também nossa perspectiva acerca do problema. Quem sabe, ao final, estaremos prontos para reconhecer os desafios e as possibilidades do tempo em que vivemos para a prática da educação cristã?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;1. O exílio do divino: a questão da secularização&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;Segundo um certo consenso das ciências sociais, em nossos dias, assim como é óbvia a presença da religião em todas as culturas, é igualmente óbvio o fenômeno da secularização.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Diversos sociólogos e teólogos buscaram definir e compreender esse movimento rumo a dessacralização do mundo. Dietrich Bonhoeffer, teólogo alemão, refletindo sobre a obra do filósofo W. Dilthey chegou ao seguinte processo:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 44.75pt; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt;“O movimento em direção à autonomia humana (refiro-me à descoberta das leis segundo as quais o mundo vive e dá conta de si mesmo nas áreas da ciência, da sociedade e do Estado, da arte, da ética e da religião), que se iniciou por volta do séc. XXIII, chegou a uma certa completeza em nossos dias. O ser humano aprendeu a dar conta de si mesmo em todas as questões importantes sem apelar para a ‘hipótese de trabalho Deus’. Nas questões científicas, artísticas e éticas isto se tornou uma obviedade que dificilmente alguém ainda ousaria questionar; mas desde 100 anos (cerca de 1840) isso vale de modo crescente também para as questões religiosas”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn3" name="_ftnref3" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A exposição do sociólogo americano Peter Berger não é muito diferente. Em sua obra “O Dossel Sagrado”, ele descreve assim o processo de secularização:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 44.75pt; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt;“O termo ‘secularização’ (...) foi usado originalmente, na esteira das Guerras de Religião, para indicar a perda do controle de territórios ou propriedades por parte das autoridades eclesiásticas. No Direito Canônico, o mesmo termo passou a significar o retorno de um religioso ao ‘mundo’. (...) O termo secularização refere-se a processos disponíveis empiricamente de grande importância na história ocidental moderna. (...) Por secularização entendemos o processo pelo qual setores da sociedade e da cultura são subtraídos à dominação das instituições e símbolos religiosos. (...) a secularização manifesta-se na retirada das igrejas cristãs de áreas que antes estavam sob seu controle ou influência: separação da Igreja e do Estado, expropriação das terras da Igreja, ou emancipação da educação do poder eclesiástico, por exemplo.”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn4" name="_ftnref4" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;No nível da cultura, este fenômeno tem as seguintes repercussões:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 44.75pt; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“(...) Declínio dos conteúdos religiosos nas artes, na filosofia, na literatura e, sobretudo, na ascensão da ciência, como uma perspectiva autônoma e inteiramente secular, do mundo.” A isso soma-se o aspecto subjetivo: “(...) Assim como há uma secularização da sociedade e da cultura, também há uma secularização da consciência. Isso significa, simplificando, que o Ocidente moderno tem produzido um número crescente de indivíduos que encaram o mundo e suas próprias vidas sem o recurso às interpretações religiosas”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn5" name="_ftnref5" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Quanto ao alcance desse processo, Berger dá as seguintes pistas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 44.75pt; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt;“Embora a secularização possa ser vista como um fenômeno global das sociedade modernas, sua distribuição entre elas não é uniforme. (...) Assim, descobriu-se que o impacto da secularização tende a ser mais forte nos homens do que nas mulheres, em pessoas de meia idade do que nas muito jovens ou idosas, nas cidades do que no campo, em classes diretamente vinculadas à moderna produção industrial, do que nas de ocupações mais tradicionais, em protestantes e judeus do que em católicos, e assim por diante.”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn6" name="_ftnref6" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Mas quais são os processos socioculturais que servem de veículos ou intermediários da secularização? Isto depende: “Visto de fora da civilização ocidental, a resposta é óbvia: é essa civilização, como um todo, em sua expansão pelo mundo. Vista de dentro da civilização ocidental, o ‘portador’ primário da secularização é o processo econômico moderno, ou seja, a dinâmica do capitalismo industrial.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Longe de serem novas, estas afirmações remontam ao pensamento e a obra de Marx, que afirmou no “Manifesto do partido comunista” o papel revolucionário do modo de produção burguês:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 44.75pt; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt;“Onde que tenha conquistado o poder, a burguesia destruiu todas as relações feudais, patriarcais, idílicas. (...) Afogou nas águas gélidas do cálculo egoísta os sagrados frêmitos da exaltação religiosa (...) Numa palavra, no lugar da exploração mascarada por ilusões políticas e religiosas colocou a exploração aberta, despudorada, direta e árida. (...) Tudo o que é sólido e estável se volatiliza, tudo o que é sagrado é profanado, e os homens são finalmente obrigados a encarar com sobriedade e sem ilusões sua posição na vida, suas relações recíprocas.”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn7" name="_ftnref7" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;É interessante ressaltar porém, que para Berger, um outro portador do processo de secularização é o protestantismo, e para isso aponta as seguintes razões:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 40.5pt; margin-right: 44.75pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;“Comparado com a ‘plenitude’ do universo católico, o protestantismo parece ser uma mutilação radical, uma redução aos elementos ‘essenciais’, sacrificando-se uma ampla riqueza de conteúdos religiosos. (...) O aparato sacramental reduz-se ao um mínimo e, mesmo assim, despido de suas qualidade mais numinosas. Desaparece também o milagre da missa. O protestantismo deixou de rezar pelos mortos. Simplificado-se os fatos, pode-se dizer que o protestantismo despiu-se tanto quanto possível dos três mais antigos e poderosos elementos concomitantes do sagrado: o mistério, o milagre e a magia”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn8" name="_ftnref8" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Dessa forma, “o crente protestante já não vive em um mundo continuadamente penetrado por seres e forças sagradas. A realidade está polarizada entre uma divindade radicalmente transcendente, e uma humanidade radicalmente decaída que, &lt;i&gt;ipso facto&lt;/i&gt;, está desprovida de qualidades sagradas”. O mesmo também se aplica em relação à natureza. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;Por isso mesmo, isto é, por ser um fenômeno tipicamente protestante, não faltaram entre nós os que encararam o processo de secularização não apenas irreversível, mas ainda como desejável: pois o “mundo tornado adulto”, segundo a definição de D. Bonhoeffer sobre o mundo contemporâneo, reflete melhor a realidade bíblica, que fala de um Deus que para se fazer compreensível e acessível à humanidade, resolveu encarnar-se, isto é, sair do eterno para o século, do transcendente para o imanente. Sendo assim, a igreja cristã é convocada a refletir sobre a realidade de Cristo, e agir de forma pro-ativa com relação ao mundo secularizado, ao atender ao desafio onde “o ser humano é conclamado a compartilhar o sofrimento de Deus por causa de um mundo sem Deus”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn9" name="_ftnref9" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, pois, “Não é o ato religioso que produz o cristão, mas a participação no sofrimento de Deus na vida mundana”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn10" name="_ftnref10" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. A igreja é convidada portanto a deixar o comodismo da visão espiritualista, que enquanto aguarda o tempo vindouro deixa o mundo completamente entregue ao mal: “Esta é a mudança: não pensar primeiro nas próprias necessidades ou aflições, perguntas, pecados e medos, mas deixar-se arrastar para o caminho de Jesus, para dentro do evento messiânico do cumprimento de Is. 53 agora!”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn11" name="_ftnref11" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Bonhoeffer conclui que Jesus não conclama para uma nova religião, mas para a vida.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Neste novo modo de se encarar a vida religiosa, sobressai então os aspectos éticos da vida religiosa, em contraposição à outra mais fundada em aspectos místicos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;Mesmo estando disposto a concordar com algumas posições defendidas por Bonhoeffer, não é possível deixar de notar que a secularização levada às últimas conseqüências tem gerado um vazio espiritual, que certamente está longe de ser saudável à vida cristã - e por que não dizer, a vida humana. Pois se não devemos nos opor a secularização das ciências médicas, por exemplo, no tratamento das doenças neurológicas que antes eram tidas como “possessão demoníaca”; por outro, o “ateísmo metodológico” não apenas como a base do método científico, mas como critério final de “verdade” nos levou a um mundo, como diz R. Alves, “Glacial e mecânico, matematicamente preciso e tecnicamente manipulável, mas vazio de significações humanas e indiferente ao nosso amor”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn12" name="_ftnref12" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Pois é justamente daí que deriva o desafio e a oportunidade para a educação cristã: uma educação que responda aos anseios de significação de um mundo perdido, com a mensagem do &lt;i&gt;ágape &lt;/i&gt;cristão. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;“A fim de que todos sejam um. Como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, que eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (Jo. 17:21). Nesse fragmento do texto conhecido como a “oração intercessória” de Jesus, está exposto um fundamento claro, embora muitas vezes esquecido para a prática cristã, incluído ai obviamente a prática da educação cristã: o mais importante da mensagem que temos para anunciar, não é um discurso, mas um modo de se viver à vida, modo este baseado na possibilidade do encontro, da troca, da solidariedade, enfim, baseado no amor, no ágape cristão. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;Vamos pensar um pouco: onde tem estado a ênfase do ensino cristão? Será que não é na transmissão de conteúdos, isto é, na memorização de ensinos considerados “corretos”? Será que ao invés de apenas entulhar na mente das pessoas com conceitos, não é papel da educação cristã agir como facilitadora no processo de aproximação entre as pessoas? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;Criar atividades e programas neste sentido, e acima de tudo, entender que este deve ser um tema presente no tratamento das mais diversas questões, sejam teológicas, doutrinárias, etc, fará com que a educação cristã possa responder adequadamente ao desafio proposto pela secularização. Afinal, se cremos no que Jesus falou, não será por causa de nossos discursos, por mais elaborados e aparentemente convincentes, que as pessoas crerão que Ele é o Filho de Deus, mas sim através de uma comunidade que realmente encarne os valores do Cristo, que falam de unidade em amor. Um grupo de pessoas que verdadeiramente se amem irá impressionar mesmo o ateu mais empedernido!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;Vamos agora o que eu não quis dizer (e espero que não tenha dito...): eu não quis dizer que a transmissão de conteúdos não seja importante; simplesmente afirmei que apenas isto não basta.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Também não quis dizer que a educação deva se afogar num mar de sentimentalismo piegas; apenas chamei a atenção para o fato de que para mim, o ideal cristão não é o da “comunidade da reta doutrina”, mas sim da “comunidade dos amigos e amigas de Jesus, que são amigos uns dos outros”; por isso mesmo, o nosso método deve necessariamente derivar de nosso objetivo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;2. Pluralização: o mundo religioso visto como um “hipermercado”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 40.25pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;“O “renascimento” religioso a que assistimos atualmente é, quiçá, o pior golpe até agora desfechado contra o monoteísmo. Haverá maior sacrilégio do que referir-se a Deus como “o homem que está lá no sobrado”, do que ensinar a rezar para que Deus se torne um sócio nos negócios, do que “vender” a religião com os métodos e a propaganda usados para vender sabonetes?”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn13" name="_ftnref13" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[13]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Interessante como as palavras do psicanalista Erich Fromm, escritas no final da década de 60 do século passado parecem tão atuais! Parece mesmo que ele está criticando algum personagem bem conhecido da grande mídia! Como já sabemos que não é o caso, importa é perceber a sua crítica ao que se dizem monoteístas, mas se deixam levar pela maré de um mundo marcado pelo capitalismo, onde tudo e todos estão “à venda”, permitindo então que “deus” seja vendido como mais um dos produtos nos “hipermercados da fé”, que podem ser facilmente identificados, visto que a competição se tornou tão normal, que já não há mais pudor em se apresentar a igrejas, a fé, e Deus numa linguagem puramente comercial. Acho que deveriam escutar o que o próprio Fromm, que veio de uma tradição judaica, diz acerca disso:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 40.25pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;“A maioria deles parece não se aperceber de que esse tipo de religião degenerará finalmente em idolatria ostensiva, a menos que eles próprios comecem por definir e depois a combater a idolatria moderna, em vez de emitir juízos sobre Deus, empregando assim um santo nome em vão - em mais de um sentido”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn14" name="_ftnref14" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[14]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Mas da onde surgiu isto? Quando foi, e porque foi que os lideres religiosos passaram a descuidar dos seus princípios, em nome de uma maior aceitação pelas pessoas? Voltando a Berger, veremos que ele aponta que este fenômeno tem origem na “crise de credibilidade”, causada, segundo ele, por conta do processo de secularização: “Dito de outro modo, a secularização acarretou um amplo colapso da plausibilidade das definições religiosas tradicionais da realidade”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn15" name="_ftnref15" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[15]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Isso contudo, longe de significar que as religiões tenham desaparecido, ou perdido sua presença, pelo contrário, pois cada vez mais o indivíduo “(...)é assediado por uma vasta gama de tentativas de definição da realidade, religiosas ou não, que competem por sua adesão ou, pelo menos, sua atenção, embora nenhuma delas possa obrigá-lo a tanto”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn16" name="_ftnref16" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[16]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Portanto, novamente é preciso perceber que a pluralização, tal como a secularização, não tem apenas um lado negativo, mas comporta alguns elementos positivos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;O que há de positivo no processo de pluralização é justamente o fato que, de certo modo, ele seria o fim da animosidade entre as pessoas por questões religiosas. Só para lembrar: uma situação diferente do pluralismo seria o monopólio religioso. Pois bem, não é preciso se esforçar muito para lembrar de um tempo onde o cristianismo se portou desta forma, isto é, na Idade Média, e quais era a forma de tratamento para aqueles considerados “dissidentes”. É preciso reconhecer que no princípio, a própria estrutura que a tudo englobava, era suficiente para manter de pé o sistema, o que obviamente comporta um certo número de descontentes. Porém, quando o número dos insatisfeitos começou a aumentar, o monopólio religioso, representado tanto pela hierarquia eclesiástica, como pelo império, passou a perseguir e eliminar implacavelmente seus opositores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Como sabemos, essa perseguição não foi o suficiente para manter a velha situação, pois A Reforma Protestante veio, e pôs fim a mais de mil anos de hegemonia católica. Entretanto, é preciso lembrar que a transição do monopólio para o pluralismo não foi rápida, nem simples. Pois na verdade, os novos grupos cristãos, trataram de fundar seus próprios monopólios dentro de seus territórios, o que acabou resultando nas Guerras de Religião, que varreram a Europa, manchando-a com o sangue de protestantes e católicos. É claro que depois de tantas mortes, a situação dos monopólios religiosos estava cada vez mais enfraquecida, o que gerou a uma crescente tolerância a grupos religiosos divergentes, quer entre católicos, quer entre protestantes. É bom lembrar inclusive o papel destacado daqueles que seriam os pioneiros do movimento batista, que lutaram, entre outras coisas, pela liberdade religiosa e pela separação entre igreja e estado. Ora estes são justamente dois lados de uma mesma moeda, pois, de um lado “(...) o Estado não serve mais como uma instância coercitiva no sentido da instituição religiosa dominante”,&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn17" name="_ftnref17" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[17]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; por isso, o indivíduo tem uma maior liberdade pra tomar a decisão sobre sua preferência religiosa. É justamente destes dois fatores que dependem o desenvolvimento do pluralismo que hoje conhecemos, que portanto, por princípio, não pode ser considerado totalmente negativo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;O que há de mal no pluralismo? Como já disse antes, o pluralismo é o processo que resulta das escolhas feitas pelas pessoas, que se baseia, e afirma a liberdade humana; no que, aliás, é bem dentro no espírito do item sobre este tema do documento “Princípios Batistas”:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBlockText"&gt;“Os batistas consideram como inalienável a liberdade de consciência, a plena liberdade de religião de todas as pessoas. O homem é livre para aceitar ou rejeitar a religião; escolher ou mudar sua crença; propagar e ensinar a verdade como a entenda, sempre respeitando os direitos e convicções alheias; cultuar a Deus tanto a sós quanto publicamente; convidar outras pessoas a participarem nos cultos e noutras atividades de sua religião; possuir propriedade e quaisquer outros bens necessários à propagação de sua fé. Tal liberdade não é privilégio para ser concedido, rejeitado ou meramente tolerado - nem pelo estado, nem por qualquer outro grupo religioso - é um direito outorgado por Deus”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn18" name="_ftnref18" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[18]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;A crítica porém que se deva fazer, não é ao pluralismo em si, mas aos seus “efeitos colaterais”. O problema está na acomodação do discurso religioso às regras do mercado. Berger diz o seguinte a este respeito: “(...) a tradição religiosa, que antigamente podia ser imposta pela autoridade, agora tem que ser &lt;i&gt;colocada no mercado.&lt;/i&gt; Ela tem que ser “vendida” para uma clientela que não está mais obrigada a “comprar” (...) grande parte da atividade religiosa nessa situação vem a ser dominada pela lógica da economia de mercado”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn19" name="_ftnref19" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[19]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Portanto é contra a mercantilização, que leva a conseqüente banalização da fé, que devemos apontar nossa crítica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Algumas questões levantadas na análise de Erich Fromm sobre a sociedade capitalista atual são esclarecedoras. Ele define o capitalismo, e por extensão, o ser humano que vive neste sistema com as seguintes características: massificado, alienado, conformado e orientado pelo princípio da urgência do prazer.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn20" name="_ftnref20" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[20]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Vamos nos deter um pouco mais no primeiro termo: “massificado” é o fato de que, a atual fase do capitalismo é marcada pelo gigantismo; empresas cada vez maiores, controlam pessoas aos milhões. Com isso, a iniciativa pessoal, marca do capitalismo de outros tempos, vai desaparecendo, e a única opção que resta aos trabalhadores é tentar uma vaga no concorrido mercado de trabalho, que a cada dia que passa é controlado por um número menor de empresas. Neste sistema, as pessoas não são tratadas como indivíduos, mas sim como números; quase como uma peça de uma máquina. O que importa aqui não é o potencial humano, sua criatividade e engenhosidade, mas sim os resultados numéricos, a produção que este ente sem nome apresenta no final de um tempo pré-determinado. A massificação leva portanto a uma crescente quantificação e a abstração dos processos, e das pessoas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Os mesmos sintomas podem ser detectados em relação à vida religiosa. Nem é preciso falar sobre o fenômeno das “mega igrejas”, testemunhos vivos da tendência à massificação entre nós. Mais é outra característica que mais me chama a atenção: a ênfase no resultado. Vale destacar aqui as palavras de Israel B. Azevedo, afirmando que a teologia batista produzida no Brasil “(...) é utilitária, entendendo ser sua tarefa fornecer elementos para que as igrejas se multipliquem numericamente; assim, só tem valor à produção do espírito (...) que contribua para a ampliação, numa espécie de elogio ao número, visto como parâmetro judicante de qualquer prática (...)”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn21" name="_ftnref21" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[21]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Eis portanto o desafio e a oportunidade da educação cristã: promover um ensino que devolva ao indivíduo a condição de &lt;i&gt;pessoa&lt;/i&gt;, e por isso mesmo, que esteja fundado numa observação crítica da realidade. Numa palavra, o ensino cristão deve ter como meta a formação de sujeitos autônomos, e não meras peças para a engrenagem eclesiástica. Voltemos ao texto dos “Princípios Batistas”, em seu item sobre “Centralidade do indivíduo” para ver se podemos embasar tal ênfase:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 44.75pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;“Os batistas, historicamente, têm exaltado o valor do indivíduo, dando-lhe um lugar central no trabalho das igrejas e da denominação. Essa distinção, entretanto, está em perigo nestes dias de automatismo e pressões para o conformismo. Alertados para esses perigos, dentro das próprias fileiras, tanto quanto no mundo, os batistas devem preservar a integridade do indivíduo. O alto valor do indivíduo deve refletir-se nos serviços de culto, no trabalho evangelístico, nas obras missionárias, &lt;b&gt;no ensino e treinamento da mordomia, em todo o programa de educação cristã&lt;/b&gt;. Os programas são justificados pelo que fazem pelos indivíduos por eles influenciados. Isso significa, entre outras coisas, que o indivíduo nunca deve ser usado como um meio, nunca deve ser manobrado, nem tratado como mera estatística (...)”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn22" name="_ftnref22" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[22]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Tendo demonstrado, creio eu, que a ênfase na autonomia além de ser uma exigência frente aos “efeitos colaterais” do processo de pluralização, está presente mesmo em nossas convicções mais caras, a pergunta que fica é sobre o &lt;b&gt;&lt;i&gt;como&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; promover uma educação cristã que seja promotora da autonomia. Sem querer fazer aqui uma exposição completa do texto do grande educador brasileiro Paulo Freire em sua “Pedagogia da autonomia”, vamos levantar pelo menos algumas propostas que nos insinuem o caminho que nos leve a uma educação “autonomizadora”. No capítulo que trata sobre o tema &lt;i&gt;“Não há docência sem discência”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn23" name="_ftnref23" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[23]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, Freire fala a respeito da educação como um processo interativo entre educando-educador, pois &lt;i&gt;“Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn24" name="_ftnref24" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[24]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; Ora, isso exige por parte daquele que educa uma profunda humildade e respeito pelo saber do seu aluno; quer dizer, o ensino não um processo onde se encontram de uma lado, o saber, e do outro, o não-saber. Como disse o pastor e escritor Carlos P. Novaes, no texto de abertura do Congresso de Educação Religiosa de 2001, promovido pela Coordenadoria de Educação Religiosa da CBF &lt;i&gt;“No que se refere à vida cristã (...) dispensa-se à obtenção de um diploma ou de títulos acadêmicos para conversar sobre a fé e as coisas da fé. (...) a maioria (...) encontra-se na mesma condição de Riobaldo:&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn25" name="_ftnref25" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[25]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; não sabem tanto, mas desconfiam de muito”&lt;/i&gt;. Trata-se portanto do encontro entre dois saberes que, não sendo antagônicos, apenas encontram-se em níveis diferentes: o saber do aluno, que se baseia numa curiosidade um tanto ingênua, que é a característica do saber do senso comum, e do outro, o professor, que também movido pela curiosidade, que por conta de ser orientada pelo rigor da pesquisa, pode ser chamada, segundo&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Freire de “curiosidade epistemológica”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn26" name="_ftnref26" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[26]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Fica claro então, que a promoção da autonomia, além do respeito pelo saber do aluno, exige do professor profunda dedicação à pesquisa e rigor no método; rigor este que possibilite ao educado ter acesso às “regras do jogo”, isto é, que ele aprenda não apenas uma série de informações, mas muito mais, a partir de quais regras o conhecimento é produzido. Para isso, é necessário que se desenvolva por parte do educador &lt;i&gt;“(...) o mérito da paz com que viva a certeza de que faz parte de sua tarefa docente não apenas ensinar os conteúdos mas também ensinar a pensar certo”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn27" name="_ftnref27" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[27]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; Afinal, não disse Jesus que “&lt;i&gt;Não é o discípulo mais do que o seu mestre; mas todo o que for bem instruído será como o seu mestre&lt;/i&gt;” (Lc. 6:40). Notem bem: embora a ênfase aqui pareça negativa, o sentido do texto deve ser buscado justamente na defesa de Cristo que há um elo que une discípulo e Mestre; sendo assim, “&lt;i&gt;Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, guardarão também a vossa” &lt;/i&gt;(Jo. 15:20). Acreditar no ensino que valorize o discipulado de iguais, promovendo a autonomia do educando, é de fato o desafio e a oportunidade da educação cristã, frente à realidade da pluralização e seus efeitos colaterais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal;"&gt;Vamos de novo ao que eu não quis dizer: eu não quis dizer que o “resultado” não é importante, ou propondo que não se tenha critérios para avaliar aquilo que se é feito; minha defesa foi apenas no sentido de demonstrar que elevar o resultado numérico à condição de juiz supremo, é um erro que prejudica fatalmente a produção de um ensino de qualidade, sem dizer que poderá servir de motivação para demolir àqueles princípios que deveríamos considerar inegociáveis. Também não disse que a crença no valor do indivíduo deva nos levar a aceitar o individualismo egoísta, baseado no lema “cada um por si...”. Mas como isso é o tema do próximo momento, paro por aqui minha argumentação.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;3. Privatização, o reino do “eu sozinho”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;i&gt;“(O ser humano) estando condenado a ser livre, carrega nos ombros o peso do mundo inteiro: é responsável pelo mundo e por si mesmo enquanto maneira de ser”.&lt;/i&gt; É assim que o filósofo Jean Paul Sartre define a condição humana. Sendo assim, sequer cabe aqui, a clássica desculpa “eu não pedi para nascer”, pois&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 44.75pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;“Sou abandonado no mundo (...) no sentido de que me deparo subitamente sozinho e sem ajuda, comprometido em um mundo pelo qual sou inteiramente responsável, sem poder, por mais que tente, livrar-me um instante sequer desta responsabilidade, pois sou responsável até mesmo pelo meu próprio desejo de livrar-me das responsabilidades” &lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn28" name="_ftnref28" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[28]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 44.75pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;Nessa interessante defesa sobre o relacionamento entre liberdade e responsabilidade dentro do quadro de uma filosofia existencialista, não é possível deixar notar as marcas da visão do homem que tem marcado a história do pensamento desde o Renascimento, como nos diz o teólogo americano G. E. Wright:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 44.75pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;“Um artigo ao qual nos temos apegado com espantosa tenacidade desde a Renascença é certa noção humanista do indivíduo. Com intensa sinceridade, o mundo ocidental vem-se concentrando no homem como indivíduo, no seu valor, na sua excelência, nos seus direitos e na sua liberdade, disso resultando que o sentido da significação e propósito da comunidade se evaporou”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn29" name="_ftnref29" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[29]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;Mas quais são os reflexos deste acento no indivíduo para a religião? Apenas para nos situarmos em relação à teoria que tem servido de base para esta reflexão, é preciso dizer que para Berger, a privatização é outro corolário do processo de pluralização, pois como o indivíduo tem diante de si, uma série de alternativas, sem que haja um poder oficial que o coaja a escolher esta ou aquela opção, a sua religiosidade, e por que não incluir tantas outras coisas, trata-se de um assunto da esfera privada, sobre o qual ninguém deva interferir.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Mas afinal de contas, qual o problema nisso? Já não foi afirmado aqui mesmo a necessidade de se sublinhar a competência do indivíduo? A pergunta é se não há um exagero, que tem levado ao extremismo perigoso; numa palavra, da individualidade, para o individualismo. A diferença entre os dois vocábulos foi apontada por um sociólogo nestes termos:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 44.75pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;“(...) a individualidade não é uma rejeição da sociedade e de suas exigências mas é, em grande parte, produto da vida social. Não se deve confundir com a filosofia do “individualismo”, que vê a sociedade e a pessoa como intrinsecamente hostis e, portanto, ignora a interdependência inevitável - e proveitosa - que as une”&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn30" name="_ftnref30" title=""&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[30]&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Mais contundente ainda, é o restante da crítica do já citado G. E. Wright, quando afirma que a importância que tem sido dada a “individualidade”, “(...) aconteceu tão rapidamente a ponto de determinar um vácuo que foi e continua sendo preenchido por meios extremos e radicais”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn31" name="_ftnref31" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[31]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Esta mudança, patrocinada pela idéias e práticas da chamada “democracia liberal”, acabaram por quase esvaziar o sentido de comunidade, atomizado a sociedade na mera soma de seus indivíduos. Com isso, segundo o autor, “Um vazio caótico passou então a existir”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn32" name="_ftnref32" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[32]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; E as igrejas não ficaram à margem deste processo, pois também nela a ênfase exacerbada no indivíduo tem se sentido: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 27.0pt; margin-right: 44.75pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;“(...) não importa quão elevada seja a doutrina da Igreja a que uma seita venha a aderir, na prática suas congregações são simples reunião de indivíduos que pouco conhecem da comunidade cristã no sentido bíblico e pouco esperam dela. (...) A adoração da igreja foi pesadamente influenciada pelo pietismo individualista, bastante preocupado, não com o organismo social, mas com a necessidade de paz, descanso e de alegria do indivíduo em meio às tormentas e às mares da vida”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn33" name="_ftnref33" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[33]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Não é de estranhar, que as questões sociais, tão presentes no texto bíblico, tenha virtualmente desaparecido do discurso cristão atual, permitindo que o indivíduo possa “perfeitamente” adotar códigos de conduta diferentes na esfera privada e pública, &lt;i&gt;“Por exemplo, um homem de negócios ou um político podem aderir fielmente às normas da vida familiar legitimadas pela religião, ao mesmo tempo em que conduzem suas atividades na esfera pública sem qualquer referência a valores religiosos de qualquer tipo”. &lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn34" name="_ftnref34" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[34]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/i&gt;Ora, entre as várias conseqüências deste comportamento esquizofrênico, podemos listar “O sectarismo das igrejas e suas diferenciações raciais e nacionais são expressões adicionais do individualismo que falsifica a natureza da sociedade cristã e fornece escusas para o individualismo do mundo”.&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn35" name="_ftnref35" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[35]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;O que tem a educação cristã a dizer sobre isso? De que lado ela deve ficar? Enfatizar meramente a individualidade, esquecendo-se que os atos dos indivíduos tem repercussões sociais? E que enquanto uns poucos indivíduos, por diversas circunstâncias, acumulam grandes quantidades de recursos, outros necessariamente irão padecer a falta, a ponto de lhe faltar o essencial à sobrevivência? Será a educação cristã insensível à barbárie que se instala na sociedade, fomentada justamente pela profunda desigualdade na distribuição de renda? Só para não ficar na mera teoria, é bom situar num quadro real, e bem conhecido de todos nós: no Brasil &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;10% da população (os mais ricos) ficam com 50% da renda, enquanto a metade da população detém apenas 10% da renda nacional. Para ilustrar isso, é só imaginar que a gente convide para 100 pessoas para uma festa - na hora de dividir o bolo, que foi dividido em 100 fatias, 50 delas serão divididas entre 10 convidados, enquanto 50 pessoas terão que brigar para dividir dez fatias...&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O resultado dessa má distribuição, é que o número de pobres no Brasil chega a 56 milhões de pessoas, ou seja, 33% da população. E ainda, 14% da população está na condição de indigência, vivendo na miséria Esses dados constam do último levantamento publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA); mas as Organizações das Nações Unidas (ONU)&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;tem outros dados igualmente tristes; segundo estudo recente, a cada três brasileiros, um é desnutrido, e &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;todos os dias&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt; morrem de desnutrição 280 crianças brasileiras com menos de um ano de idade. São 8,4 mil mortes todos os meses.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Uma solução para o impasse artificial entre responsabilidade individual x responsabilidade social, engendrado para atender aos interesses das instituições econômicas e políticas modernas&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftn36" name="_ftnref36" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[36]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, isto é, inventada pelo meio de produção capitalista, é o comprometimento do ensino cristão com os valores bíblicos, que falam sim do respeito à individualidade, mais ao mesmo tempo, fala da responsabilidade social. Vejamos alguns exemplos disso: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;a) &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Deus é Justo -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt; Mas do que fazer aqui uma afirmação sobre uma qualidade divina, quero chamar a atenção para o profundo compromisso que as Escrituras testemunham de Deus com a justiça. E isso não é nada difícil, tantos são os textos que nos demonstram essa relação: Deus ama a justiça (Sl. 11:7 e 37:8;&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Is. 61:8) e executa atos em favor da justiça (Gên. 28:25; Deut. 10:17,18);&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;odeia a corrupção, a opressão e a discriminação social (Am. 5:12 e 8:4-6; Ez. 16:49; Tg. 2:1-9);&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;aborrece-se com uma religiosidade baseada numa adoração vazia (Is. 1:11-16; Am. 5:21-24; Mq. 3:9-12), e requer, ao invés disso, verdadeiro compromisso com a justiça social (Is. 1:17; Os. 6:6; Mt. 12:6-8; Tg. 1:26,27). Fico pensando como isso traz alguns desafios a nossa própria realidade. Afinal, há entre nós discursos teológicos que legitimam a&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;opressão econômica (vide a “Teologia da Prosperidade”), e ainda uma forte tendência para centralizar a vida religiosa ao culto público, resumindo a&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“adoração” a meros gestos, palavras e emoções. Nesses termos, aplicam-se as palavras de Tillich, “&lt;i&gt;As igrejas não podem ser levadas a sério quando tratam apenas de sentimentos subjetivos (...) quando a teologia (...) permite que isto aconteça, está prestando um desserviço”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;b) Cidadãos do Reino - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;A tarefa de definir o que seja o “Reino de Deus”, é extensa demais para que possamos fazê-la aqui. Apenas para situá-la em termos de importância, há quem defenda que seja nesta doutrina que a unidade entre o Antigo e o Novo Testamento fica mais clara: no AT,&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;ela nos fala acerca do governo de Deus sobre Israel e além - isto é, do interesse de Deus por todos os povos. Fala de Deus como Criador, Juiz e Salvador de todas as nações (Sl. 145:13; Is. 54:22,23 e 66:18-23).&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A mensagem acerca do Reino era também central no ensino de Jesus: ele anuncia o Reino como um bem precioso, de tal forma que a pessoa deveria estar pronta a abrir mão de tudo em troca da participação nele (Mt. 13:44-45); além disso, declarou a iminência do Reino (Mc. 1:14-15), e por isso mesmo a urgência do arrependimento, obediência e dependência Divina para participação na Bem-aventurança do Reino de Deus. Mas, onde está a relação entre a doutrina acerca do Reino e a necessidade da justiça? Está no caráter do Reino de Deus - pois o conteúdo deste, é fortemente ético. Ele fala de que é impossível servir a Deus sendo avarento e ganancioso (Mt. 6:24; Mc. 4:19; Lc. 18:24); e como o texto que citamos acima nos fala, o Reino pertence àqueles que tem “fome e sede de justiça” (Mt. 5:6). Além disso, a doutrina do Reino de Deus é importante para quem queira ajudar a saciar a necessidade de justiça que há no mundo, pois nos fala de uma obediência radical - mesmo contra todas as impossibilidades, o cristão é chamado a viver e a lutar por justiça - e isso apesar das&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;contradições em que formos envolvidos, e mesmo as nossas falhas pessoais. E não nos faltam exemplos de cristãos que viveram e até morreram dessa forma. Como são muitos, cito apenas Dietrich Bonhoeffer, pastor luterano alemão, que ficou preso por 23 meses, e foi morto por ordem direta de Hitler por se opor à tirania deste. Mesmo na prisão, Bonhoeffer soube afirmar: &lt;i&gt;“Deus não cumpre todos os nossos desejos, mas todas as suas promessas, isto é, ele permanece sendo o Senhor da terra, mantém a sua igreja, nos presenteia uma fé sempre renovada, nunca nos impões uma carga maior do que podemos carregar (...)”&lt;/i&gt;. Que possamos também ser fiéis ao Reino em nosso próprio tempo - tempo que é marcado pela profunda necessidade de justiça. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;br clear="all" /&gt;  &lt;hr align="left" size="1" width="33%" /&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div id="ftn1"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Freud, Sigmund,&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;citado por R. Alves em &lt;i&gt;O enigma da religião. &lt;/i&gt;2ª Ed. Petrópolis, Vozes, 1979. p. 21&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn2"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref2" name="_ftn2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Weber, Max: &lt;i&gt;A ética protestante e o espírito do capitalismo.&lt;/i&gt; 5ª Ed. São Paulo, Biblioteca Pioneira de Ciências Sociais, 1987 p. 131&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn3"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref3" name="_ftn3" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Em nota de rodapé, a respeito desta citação, o editor irá comentar que: “Esta passagem da carta é o primeiro comprovante do estudo intensivo que Bonhoeffer fez de &lt;i&gt;Weltanshauung und Analyse dês Mesnchen seit Renaissance und Reformation, &lt;/i&gt;de Wilhelm Dilthey” (Bonhoeffer, Dietrich: &lt;i&gt;Resistência e submissão. &lt;/i&gt;Ed. Sinodal/EST, 2003. pp. 434-435). De fato, outros autores, como Rosino Gibellini &lt;i&gt;(“A teologia do Séc. XX”&lt;/i&gt;), irão confirmar que Bonhoeffer se baseia na descrição do processo histórico feita por Dilthey, aceitando sua tese de que caminhamos para um mundo “tornado adulto”.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn4"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref4" name="_ftn4" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Berger, Peter &lt;i&gt;O Dossel Sagrado &lt;/i&gt;3ª Ed. São Paulo, Paulus, 1985. pp. 117-118.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn5"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref5" name="_ftn5" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Ibid. p. 119.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn6"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref6" name="_ftn6" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Ibid. p. 120.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn7"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref7" name="_ftn7" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Engels F. e Marx K.: &lt;i&gt;Manifesto do Partido Comunista&lt;/i&gt;. Ed. Martin Claret, 2002. p. 47-48.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn8"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref8" name="_ftn8" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Berger, Peter &lt;i&gt;O Dossel Sagrado &lt;/i&gt;3ª Ed. São Paulo, Paulus, 1985. p. 124.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn9"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref9" name="_ftn9" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Bonhoeffer, Dietrich: &lt;i&gt;Resistência e submissão. &lt;/i&gt;Ed. Sinodal/EST, 2003. p. 489&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn10"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref10" name="_ftn10" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Ibid. p. 489&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn11"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref11" name="_ftn11" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Ibid. p. 490&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn12"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref12" name="_ftn12" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Alves, Rubem: &lt;i&gt;O enigma da religião. &lt;/i&gt;2ª Ed. Petrópolis, Vozes, 1979. p. 22&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn13"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref13" name="_ftn13" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[13]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Fromm, Erich &lt;i&gt;Psicanálise da sociedade contemporânea.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1983. pp.175,176.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn14"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref14" name="_ftn14" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[14]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Ibid., p. 177&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn15"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref15" name="_ftn15" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[15]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Berger, Peter &lt;i&gt;O Dossel Sagrado &lt;/i&gt;3ª Ed. São Paulo, Paulus, 1985. p. 139.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn16"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref16" name="_ftn16" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[16]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Ibid., p.140&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn17"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref17" name="_ftn17" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[17]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; Berger, P.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Op. cit., p.142&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn18"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref18" name="_ftn18" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[18]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; “Princípios Batistas”, em: &lt;i&gt;Impacto, realidade batista&lt;/i&gt; Niterói, CBF, 2001.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;p. 12&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn19"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref19" name="_ftn19" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[19]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; Berger, P. Op. Cit. P. 149&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn20"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref20" name="_ftn20" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[20]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; Fromm, E. Op. cit. pp. 108-166.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn21"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref21" name="_ftn21" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[21]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Azevedo, I. B. &lt;i&gt;A Celebração do Indivíduo - a formação do pensamento batista brasileiro. &lt;/i&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;São Paulo, Unimep, 1996. p. 224.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn22"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref22" name="_ftn22" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[22]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; “Princípios Batistas”, em: &lt;i&gt;Impacto, realidade batista&lt;/i&gt; Niterói, CBF, 2001.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;p. 12&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn23"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref23" name="_ftn23" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[23]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Freire, Paulo &lt;i&gt;Pedagogia da autonomia&lt;/i&gt; 28ª Ed. São Paulo, Paz e Terra, 1996. pp. 21-45&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn24"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref24" name="_ftn24" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[24]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Ibid., p. 23&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn25"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref25" name="_ftn25" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[25]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Personagem de Guimarães Rosa na obra &lt;i&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Grande sertão: Veredas&lt;/i&gt;, citado por Novaes, quando diz “Eu quase que nada sei. Mas desconfio de muita coisa”&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn26"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref26" name="_ftn26" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[26]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Freire, Paulo Op. Cit. p.29&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn27"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref27" name="_ftn27" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[27]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Ibid., pp.26-27&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn28"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref28" name="_ftn28" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[28]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Sartre, Jean Paul – &lt;i&gt;O Ser e o nada&lt;/i&gt;, p.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;680&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn29"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref29" name="_ftn29" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[29]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Wright, G. E. &lt;i&gt;Doutrina bíblica do homem na sociedade&lt;/i&gt;. São Paulo, Aste, 1966. p 32&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn30"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref30" name="_ftn30" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[30]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Chinoy, Ely &lt;i&gt;Sociedade, uma introdução à sociologia.&lt;/i&gt; 5ª Ed. São Paulo, Cultrix. pp. 638-639&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn31"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref31" name="_ftn31" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[31]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; Wright, G. E. Op. cit. p.33 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn32"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref32" name="_ftn32" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[32]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; Ibid., p.33&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn33"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref33" name="_ftn33" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[33]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; Ibid., pp. 33-34&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn34"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref34" name="_ftn34" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[34]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; Berger, Peter Op. cit. p. 144&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn35"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref35" name="_ftn35" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[35]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; Wright, G. E. Op. cit. p. 34&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn36"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Joel/Documents/4.%20IB%20Nazareth/Estudos/Igreja%20Contempor%C3%A2nea.doc#_ftnref36" name="_ftn36" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[36]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Berger, Peter op. cit. p.145&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-7355369425033132840?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/7355369425033132840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/10/igreja-e-contemporaneidade-desafios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/7355369425033132840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/7355369425033132840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/10/igreja-e-contemporaneidade-desafios.html' title='Igreja e contemporaneidade - desafios para o ser igreja e a educação cristã'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-368617492965379047</id><published>2011-03-25T04:08:00.000-07:00</published><updated>2011-03-25T04:10:52.529-07:00</updated><title type='text'>“Diante da dor alheia, respeito!”</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/RNKE5IMrqnk/0.jpg" height="266" style="clear: right; float: right;" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RNKE5IMrqnk&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/RNKE5IMrqnk&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 11px;"&gt;“E, levantando de longe os seus olhos, não o conheceram; e levantaram a sua voz e choraram, e rasgaram cada um o seu manto, e sobre as suas cabeças lançaram pó ao ar. &amp;nbsp;E assentaram-se &amp;nbsp;com ele na terra, sete dias e sete noites; e nenhum lhe dizia palavra alguma, porque viam que a dor era muito grande. (Jó 2:12-13)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 15px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 15px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Certamente cada um de nós derramou ao menos uma lágrima diante das imagens que temos visto da catástrofe que se abateu sobre o Japão. Mas não só lá: aqui mesmo no Brasil, diante das chuvas que tem caído forte em diversas partes do país, cenas de dor, morte, desespero chegam até nós numa repetição que chega a nos anestesiar tamanha a velocidade. Diante de perdas tão terríveis, o mínimo que se exige de nós é um profundo respeito pela dor daqueles que perderam tudo, e mais do que isso: perderem todos. Para minha vergonha, alguns “colegas” tem sido aqueles que menor sensibilidade tem demonstrado, ou para dizer de forma clara, têm sido insensíveis, cruéis e desonestos, tanto do ponto de vista teológico como moral, pois têm se aproveitado dessas tragédias para reforçarem sua visão distorcida da realidade, ou simplesmente para aumentar a arrecadação em seus cultos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É claro que todo evento adverso, levanta para nós que cremos em Deus uma série de perguntas, a mais comum de todas é “por que Deus permitiu que isso acontecesse?”. É uma pergunta honesta que pode nos levar a uma série de reflexões. Pode-se argumentar na direção de que Deus permite que certas coisas sucedam para provar a nossa fé; o problema é que os eventos tais como temos assistido causam uma quantidade de dor e morte tão devastadora que colocá-las como “testes” para a nossa fé tornaria Deus numa espécie de jogador cruel com nossos destinos. Outra reflexão nos leva na direção da compreensão que esses fenômenos têm haver como o modo como nosso mundo existe; nenhum deles é um evento “sobrenatural”; além disso, poderia se acrescentar que muitos destes eventos assumem as proporções terríveis que temos assistido por conta da interferência humana: por que temos ocupado de forma inadequada os espaços, como diz a canção, criando “palácios e barracos”; temos devastado a natureza e com isso precipitado uma série de eventos que depois nos apavoram; criamos formas de energia altamente destrutivas, como no caso da energia nuclear. Mas sei que isso obviamente não é uma resposta definitiva a pergunta. Creio mesmo que não haja tal resposta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Talvez, a única resposta seja aquela que encontramos no texto de Jó que lemos acima: uma profunda comoção diante da dor alheia, e um silêncio mais do que respeitoso: solidário. Para aqueles que leram o resto do livro, é justamente quando os amigos de Jó resolvem abrir a boca é que começam a dizer as mais rematadas besteiras, como dizer que Jó estava sofrendo por que Deus estava castigando os seus pecados. Pelo que tenho ouvido, parece que muitos pastores de nossos dias não fizeram isto, pois continuam a dizer as mesmas asneiras que os amigos de Jó.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-368617492965379047?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/368617492965379047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/03/diante-da-dor-alheia-respeito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/368617492965379047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/368617492965379047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/03/diante-da-dor-alheia-respeito.html' title='“Diante da dor alheia, respeito!”'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-3811888750683043347</id><published>2011-02-22T14:52:00.000-08:00</published><updated>2011-02-22T14:53:42.135-08:00</updated><title type='text'>"Façamos, vamos amar..."</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;"Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho." (Cantares 1 : 2)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-body entry-content" style="color: #666666; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 1.4; width: 530px;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De poesia também se vive, já diria o poeta... E de beijos e abraços? Igualmente. Ou melhor, muito mais ainda! A verdade é que se o caminho para a vida plena é feita de lutas pela paz e justiça, é com carinho e afeto que se enfeita a estrada, e faz que o horizonte – que às vezes nos parece duro e distante – se torne um jardim.&lt;br /&gt;Temos diversos textos nas escrituras que falam da beleza do amor como sentimento e também como toque, como carícia, olhos, nos olhos, contato de pele. Dentre todos, o mais belo e o mais claro em termos de narrativa é certamente o “Cântico dos Cânticos”.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/hW9MUaiiHsc/0.jpg" height="266" style="clear: left; float: left;" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hW9MUaiiHsc&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/hW9MUaiiHsc&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;Sem rodeios ou falso pudores, os personagens do texto nos lembram aquilo que nunca deveríamos esquecer: dar e receber carinho faz bem; é preciso conhecer e apreciar o corpo do(a) amado(a); um beijo, uma canção ao pé do ouvido - pode ser declamada se não souber cantarolar; um abraço; uma flor... tudo isso conta muito, e não é algo que pode ser negligenciado na vida a dois. Enfim, nos traz a mente o quanto é importante não esconder o amor dentro de si, sem nunca demonstrá-lo. Como a luz que não se esconde embaixo da mesa, o amor - que inclui sim a dimensão da sexualidade - &amp;nbsp;precisa estar em lugar de destaque para que possa iluminar a seu modo, a vida de um casal.&lt;br /&gt;Além disso, para além do texto, temos que lembrar que são os gestos de afeto que ajudam a manter a intimidade de um casal. Num mundo tão áspero e violento, fazer um “dengo” suaviza o dia, e dá fôlego pra se viver.&lt;br /&gt;Mesmo que nossa formação cultural e religiosa não nos ajude muito nesse sentido, como em tantas outras coisas na vida, é preciso ultrapassar nossos limites quando a causa é nobre... Como diria a canção, interpretada na inconfundível voz de Elza Soares num dueto com Chico Buarque: “façamos, vamos amar”.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-3811888750683043347?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/3811888750683043347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/02/facamos-vamos-amar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/3811888750683043347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/3811888750683043347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/02/facamos-vamos-amar.html' title='&quot;Façamos, vamos amar...&quot;'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-2385383874559104756</id><published>2011-02-09T17:22:00.000-08:00</published><updated>2011-02-09T17:22:45.789-08:00</updated><title type='text'>A dimensão do prazer</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9pt;"&gt;As suas pernas como colunas de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9pt;"&gt;mármore colocadas sobre bases de ouro puro;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9pt;"&gt;o seu aspecto como o Líbano,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9pt;"&gt;excelente como os cedros. A sua boca é muitíssimo suave, sim, ele é&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small; font-style: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9pt;"&gt;totalmente desejável. C&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;omo cerva amorosa, e gazela graciosa, os seus seios te saciem todo o tempo;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt;"&gt;e pelo seu amor sejas atraído perpetuamente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9.0pt;"&gt;(Provérbios 5 : 19 e Cântico dos Cânticos 5:15)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zWKEr9uxaX0/TVM9jZx-fDI/AAAAAAAAAGo/cWbOhgkjd9I/s1600/42313_tamara2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="181" src="http://1.bp.blogspot.com/-zWKEr9uxaX0/TVM9jZx-fDI/AAAAAAAAAGo/cWbOhgkjd9I/s200/42313_tamara2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Tabu, algo proibido, sobre o qual o quanto menos se falar, melhor. É desse modo que a questão da sexualidade é em geral tratada no ambiente cristão. Mas onde é que começa o problema? Quando foi e por que a questão da sexualidade passou a ser reprimida na história do pensamento cristão? Como uma brevíssima (e incompleta) leitura desse tema, me arrisco a dizer que nas narrativas do Antigo Testamento, como na discussão posterior, há três dimensões sobre a discussão do corpo e da sexualidade, com seus limites e contradições.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A primeira discute a questão de como a sexualidade poderia ser empecilho a união cultual com Deus, a partir da noção mítica do puro e do impuro; era assim que o homem era considerado impuro, e assim impedido por tempos determinados de participar do culto, em caso de ejaculação e a mulher em caso de menstruação, hemorragia e nascimento do filho (Lev.. 15:16-21). O valor dessa leitura é difícil de apontar. Há quem resgate o tema apontando que se tratava de uma forma rudimentar de “medicina preventiva”, que a partir do senso-comum procurava impor certas medidas consideradas sanitárias. Os limites, porém são claros: lidos em uma cega textualidade esses textos apontam para a visão onde o corpo em geral, e a sexualidade em específico, é “suja”, ou melhor, impura. Tal crença porém é incompatível tanto com a idéia de que a criação é “boa” quanto com a nossa crença de que Deus se Encarnou – pois se o corpo é intrinsecamente mal, seria preciso dizer que Cristo não tinha um verdadeiro corpo, mas apenas uma “aparência” de corpo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A segunda dimensão tem haver com a sexualidade vista a partir de uma ótica moral e social; é nessa linha que devem ser lidas as prescrições específicas contra o adultério (Dt. 22:22), o incesto (Lev. 18:6-18), a prostituição (Dt. 23:28), entre outros atos considerados como contrários a Lei Divina, e ao mesmo tempo como desorganizadores da vida humana em família/sociedade; a busca desses textos então é de promover a “vida com qualidade” e prevenir os abusos que uma sexualidade desregrada poderia (e pode) trazer. Isto é, esses textos nos servem ainda hoje de importante lembrete de que o prazer sexual não pode ser fruído as expensas do outro; e que o respeito tanto aos indivíduos como a sociedade devem ser considerados sempre, em todo e qualquer ato humano. O perigo dessas leituras é a possibilidade do “engessamento” de determinados preceitos morais e sociais que não equivalem mais ao que temos como os mais altos valores humanos hoje – um exemplo claro é o lugar da mulher em nossa cultura; ainda que lutando contra muitos preconceitos, as mulheres têm hoje assegurados direitos que antes eram simplesmente ignorados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; letter-spacing: -.1pt;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A outra dimensão, muitas vezes “esquecida” e reprimida, é a que vê no corpo e na sexualidade uma possibilidade para o prazer e o deleite humano. É assim que pensa o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; letter-spacing: -.2pt;"&gt;escritor do Eclesiastes, quando reconhece que em nossa fugaz existência, o prazer numa &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; letter-spacing: -.1pt;"&gt;relação a dois é uma forma de se “recrear” &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;diante de uma vida marcada pela aridez (Ec. 9:9).&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Mas muito além disso, o escritor – ou escritora? – do Cântico dos Cânticos nos fala do amor entre duas pessoas – e que inclui naturalmente a esfera do corpo e da sexualidade – como sendo uma demonstração do belo no ser humano. Amado e amada não se envergonham de falar da beleza do corpo um do outro, e de declarar o amor e desejo que sentem um pelo outro; sem o subterfúgio de dizer que se trata de um amor entre “almas” – ainda que esse amor tenha muito de profundo, de interioridade, ele se derrama também no exterior e no corpo, que eles nomeiam e admiram com voracidade e prazer. Infelizmente a igreja e os teólogos sentem vergonha do corpo e da sexualidade humana. Adoecem a si mesmos, e deixam de prestar uma grande contribuição a própria dinâmica de nosso tempo. Ora, num tempo onde a sexualidade é vista quase sempre de forma superficial, tal leitura permite recolocar a questão de modo muito mais profundo e integrado, por que, de outro modo, para aqueles que ainda sentem o peso do jugo de uma educação sexual repressiva e suas conseqüentes deformações, perceber que o texto bíblico vê no corpo humano e sua indissociável sexualidade algo “bom”, pode significar uma libertação tão necessária quanto urgente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-2385383874559104756?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/2385383874559104756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/02/dimensao-do-prazer.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/2385383874559104756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/2385383874559104756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/02/dimensao-do-prazer.html' title='A dimensão do prazer'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-zWKEr9uxaX0/TVM9jZx-fDI/AAAAAAAAAGo/cWbOhgkjd9I/s72-c/42313_tamara2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-2074334916095238614</id><published>2011-02-01T06:00:00.000-08:00</published><updated>2011-02-01T06:00:29.205-08:00</updated><title type='text'>André S. Musskopf: Número de assassinatos de homossexuais bate recorde no Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://andremusskopf.blogspot.com/2011/01/numero-de-assassinatos-de-homossexuais.html"&gt;André S. Musskopf: Número de assassinatos de homossexuais bate recorde no Brasil&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-2074334916095238614?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://andremusskopf.blogspot.com/2011/01/numero-de-assassinatos-de-homossexuais.html' title='André S. Musskopf: Número de assassinatos de homossexuais bate recorde no Brasil'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/2074334916095238614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/02/andre-s-musskopf-numero-de-assassinatos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/2074334916095238614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/2074334916095238614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/02/andre-s-musskopf-numero-de-assassinatos.html' title='André S. Musskopf: Número de assassinatos de homossexuais bate recorde no Brasil'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-5115098255707576631</id><published>2011-01-31T10:49:00.000-08:00</published><updated>2011-01-31T10:53:37.639-08:00</updated><title type='text'>Diálogo ou morte...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt; letter-spacing: -0.2pt;"&gt;“De algo sempre haveremos de morrer, mas já se perdeu a conta aos seres humanos mortos das piores maneiras que seres humanos foram capazes de inventar. Uma delas, a mais criminosa, a mais absurda, a que mais ofende a simples razão, é aquela que, desde o princípio dos tempos e das civilizações, tem mandado matar em nome de Deus” &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt; letter-spacing: -0.2pt;"&gt;(José Saramago)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/TUcE9U396OI/AAAAAAAAAGg/lApPbkOcfPw/s1600/Caminhada+contra+intoler%25C3%25A2ncia1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://4.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/TUcE9U396OI/AAAAAAAAAGg/lApPbkOcfPw/s320/Caminhada+contra+intoler%25C3%25A2ncia1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Chico Buarque em sua canção “Paratodos” como que retratando a diversidade do povo brasileiro, vai dizer: “o meu pai era paulista, meu avô pernambucano, ou meu bisavô mineiro, meu tataravô baiano...”.&amp;nbsp; De um modo diferente, incluindo a completa falta de poesia, eu poderia dizer que meu vizinho do 303 é budista; do 402 é adventista; do 501 candomblé; do 702 católico... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um fato concreto desse nosso tempo de múltiplas migrações, ajuntamentos urbanos, a liberdade de culto, acesso a informação, tempos e lugares de trânsito: vivemos um tempo de diversidade, em várias dimensões da vida. Juntando tudo isso, estamos cada vez mais próximos do nosso “diferente”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A pergunta é o que fazer em face disso. Uma opção é concluir, que o outro é o meu “inferno” – nele se concretiza o contrário das minhas opiniões, vontades e crenças. Ora, me parece que ninguém quer morar com o inferno a sua porta... necessário então é eliminar o outro-inferno, seja de forma metafórica, ignorando-o, desprezando-o, tratando-o como digno de pena, um coitado, alguém que não é da mesma qualidade da nossa; um passo mais, e alguns violentos e extremistas querem eliminar o outro de forma concreta: é assim que há a formação de um “protesto virtual” de um movimento chamado o “São Paulo para os paulistas”, que pretende “livrar” esse Estado da influência principalmente de nordestinos e negros; também hoje assistimos o ressurgimento da Klu-klux-klan nos EUA, e unidos a eles diversos novos grupos pregando a “supremacia branca”.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como se pode ver, “eliminar o outro” é uma opção recorrente; talvez a mais “fácil”. O detalhe para o qual não atentamos, é que ao agir assim ensejamos uma reação igual e contrária: eu também me torno o “inferno” do outro; também ele não vai querer me destruir? Sem precisar aumentar em detalhes, a opção de tratar o outro como o “inferno” arrasta a todos para vivermos nele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A outra opção que temos é um profundo exercício de aceitação e compreensão uns dos outros, em suas múltiplas dimensões: política, racial, gênero, opção sexual, religiosa. Como o assunto aqui é a última, diria que o esforço para a vivência ecumênica deveria ser a mais simples de todas, visto a essência da religião (em termos de re-ligare mesmo) é o amor. É claro que os códigos e livros sagrados de todas as religiões tem inúmeros preceitos, alguns deles bem difíceis e duros. Mas tomada em sua forma mais original, é o amor (em suas várias formas) que fundamenta todas as experiências religiosas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Falando basicamente das grandes religiões monoteístas, que por seu tamanho e poder tem uma possibilidade de influência ímpar, e que partilham textos e histórias em comum, bastaria que todos os que dizem professar essas religiões se disponham a tão somente a “amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo”. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Feito isso, nada mais a dizer. Nada mais de longas palestras sobre justiça social, respeito à mulher, diversidade sexual, ecumenismo, diálogo inter-religioso, luta contra a intolerância. Nada. Apenas amar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas... enquanto esse dia não chega, que estejamos conscientes da necessidade e exigência de construirmos espaços de inclusão, para que possamos aprender a viver em face do outro. Não como meu adversário, mas como irmãos e irmãs. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É isso, ou o inferno...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-5115098255707576631?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/5115098255707576631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/01/dialogo-ou-morte.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/5115098255707576631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/5115098255707576631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/01/dialogo-ou-morte.html' title='Diálogo ou morte...'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/TUcE9U396OI/AAAAAAAAAGg/lApPbkOcfPw/s72-c/Caminhada+contra+intoler%25C3%25A2ncia1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-6312634737092848502</id><published>2011-01-31T08:56:00.000-08:00</published><updated>2011-01-31T08:56:02.702-08:00</updated><title type='text'>Vamos combinar assim...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/TUbio8EJjxI/AAAAAAAAAGY/WekMgocQ12E/s1600/DSC01518.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://4.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/TUbio8EJjxI/AAAAAAAAAGY/WekMgocQ12E/s200/DSC01518.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Como gosta de dizer o Tutty Vasquez (o que no caso dele é brincadeira, mas no meu se aproxima bem da exatidão rss), em respeito aos três ou quatro que frequentam esse blog, vou combinar o seguinte: vocês vem aqui uma vez por semana, e eu faço o mesmo...&lt;br /&gt;Quer dizer, no meu caso eu venho pra escrever... &amp;nbsp;Se bem que... você também é convidado a escrever... pode ser nos comentários, mas quem sabe também nos posts?&lt;br /&gt;Vamos conversando e pensando juntos. Afinal, esse é o espírito da coisa.&lt;br /&gt;Abraço pra que é de abraço, beijo pra quem é de beijo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-6312634737092848502?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/6312634737092848502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/01/vamos-combinar-assim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/6312634737092848502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/6312634737092848502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2011/01/vamos-combinar-assim.html' title='Vamos combinar assim...'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/TUbio8EJjxI/AAAAAAAAAGY/WekMgocQ12E/s72-c/DSC01518.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-2436863047588312747</id><published>2010-12-31T16:07:00.000-08:00</published><updated>2010-12-31T16:07:46.565-08:00</updated><title type='text'>Que venha 2011...</title><content type='html'>&lt;div class="mbl notesBlogText clearfix" style="color: #333333; display: block; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 20px; padding-right: 100px; word-wrap: break-word; zoom: 1;"&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/TR5wJHVcAAI/AAAAAAAAAGU/4Znz7UiEq_k/s1600/DSC00680.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/TR5wJHVcAAI/AAAAAAAAAGU/4Znz7UiEq_k/s200/DSC00680.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;"Não me iludo, tudo permanecerá do jeito que tem sido...&amp;nbsp;Transcorrendo, transformando...&amp;nbsp;Tempo e espaço navegando todos os sentidos..." &amp;nbsp;(&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=C-BADckQhP4" rel="nofollow" style="color: #3b5998; cursor: pointer; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=C-BADckQhP4&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;Aos meus amigos e amigas,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;Meu desejo no final de mais essa década é que eu e vocês continuemos a gostar da vida, recebendo-a em sua inteireza: saboreando cada alegria, e não desanimando diante das tristezas e contradições; que a gente possa seguir nessa teia de relações, que por vezes nos aborrecem e sobrecarregam, mas que é o único modo de encontrar um rumo nessa complexidade dura e bela que é o viver.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;Se o ano novo vai ser bom ou novo, eu não sei. Qual a saída para os problemas, muito menos. A única coisa que posso dizer com minha reserva de esperança é: "Vamos lá fazer o que será..." (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vJyK8R-u2ek" rel="nofollow" style="color: #3b5998; cursor: pointer; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=vJyK8R-u2ek&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;Abraço para quem é de abraço, beijo pra quem é de beijo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;Feliz 2011&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #999999; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;form action="http://www.facebook.com/ajax/ufi/modify.php" class="commentable_item autoexpand_mode" method="post" rel="async" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="UIActionLinks UIActionLinks_bottom" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;action&amp;quot;}" style="color: #999999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/form&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-2436863047588312747?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/2436863047588312747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/12/que-venha-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/2436863047588312747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/2436863047588312747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/12/que-venha-2011.html' title='Que venha 2011...'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/TR5wJHVcAAI/AAAAAAAAAGU/4Znz7UiEq_k/s72-c/DSC00680.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-5285196595435350318</id><published>2010-09-19T12:12:00.000-07:00</published><updated>2010-09-19T12:12:34.283-07:00</updated><title type='text'>Eleições 2010 - Pronunciamento da Aliança</title><content type='html'>Olá meus amigos e amigas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meio que depois de todo mundo envio para vocês o pronunciamento da Aliança de Batistas do Brasil, da qual faço parte e sou atualmente vice-presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que vocês já leram aqui ou aculá, mas fica mesmo como um registro histórico aqui no Blog da importância dessa tomada de posição. Além do que, tiro um pouco das teias de aranhas que já estavam inundando os cantos por aqui... rss&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e vejam também o vídeo do Pr. Marcos Monteiro, gravado com altíssima tecnologia... a câmera de meu celular... rsss&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=AHlMgc_P6HA"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=AHlMgc_P6HA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JZ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="itemBody" style="color: #787878; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="itemText" style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; line-height: normal;"&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;ELEIÇOES 2010: PRONUNCIAMENTO DA ALIANÇA DE BATISTAS DO BRASIL&lt;/div&gt;&lt;div class="itemText" style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://www.aliancadebatistas.com.br/page/modules/smartsection/item.php?itemid=28"&gt;http://www.aliancadebatistas.com.br/page/modules/smartsection/item.php?itemid=28&lt;/a&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;A Aliança de Batistas do Brasil vem, por meio deste documento, reafirmar o compromisso histórico dos batistas, em todo o mundo, com a liberdade de consciência em matéria de religião, política e cidadania. A paixão pela liberdade faz com que, como batistas, sejamosum povo marcado pela pluralidade teológica, eclesiológica e ideológica, sem prejuízo de nossa identidade. Dessa forma, ninguém pode se sentir autorizado a falar como “a voz batista”, a menos que isso lhe seja facultado pelos meios burocráticos e democráticos de nossa engrenagem denominacional.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Em nome da liberdade e da pluralidade batistas, portanto, a Aliança de&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Batistas do Brasil torna pública sua repulsa a toda estratégia político-religiosa de “demonização do Partido dos Trabalhadores do Brasil” (doravante PT). Nesse sentido, a intenção do presente documento é&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;deixar claro à sociedade brasileira duas coisas: (1) mostrar que tais&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;discursos de demonização do PT não representam o que se poderia conceber como o pensamento dos batistas brasileiros, mas somente um posicionamento muito pontual e situado; (2) e tornar notório que, como batistas brasileiros, as ideias aqui defendidas são tão batistas quanto as que estão sendo relativizadas.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;1. A Aliança de Batistas do Brasil é uma entidade ecumênica e dedicada, entre outras tarefas, ao diálogo constante com irmãos e irmãs de outras tradições cristãs e religiosas. Compreendemos que tal&amp;nbsp;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;posicionamento não fere nossa identidade.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Do contrário, reafirma-a enquanto membro do Corpo de Cristo, misteriosamente Uno e Diverso.Assim, consideramos vergonhoso que pastores e igrejas batistas histórica e tradicionalmente anticatólicos, além de serem caracterizados por práticas proselitistas frente a irmãos e irmãs de outras tradições religiosas de nosso país, professem no presente momento a participação em coalizões religiosas de composição profundamente suspeita do ponto de&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;vista moral, cujos fins dizem respeito ao destino político do Brasil.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Vigoraria aí o princípio apontado por Rubem Alves (1987, p. 27-28) de que “em tempos difíceis os inimigos fazem as pazes”? Com o exposto, desejamos fazer notória a separaçãoentre os interesses ideológicos de tais coalizões e os valores radicados no Evangelho. Por não representarem a prática cotidiana de grande fração de pastores e igrejas batistas brasileiras, tais coalizões deixam claro sua intenção e seu fundo ideológico, porém, bem pouco evangélico. Logrado o êxito buscado, as igrejas e os pastores batistas comprometidos com as coalizões “antipetistas” dariam continuidade à prática ecumênica e ao diálogo fraterno com a Igreja Católica, assim como com as demais denominações evangélicas e tradições religiosas brasileiras? Ou logrado o êxito perseguido, tais igrejas e pastores retornariam à postura de gueto e proselitismo que lhes marcam histórica e tradicionalmente?&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;2. Como entidade preocupada e atuante em face da injustiça social que&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;campeia em nosso país desde seu “descobrimento”, a Aliança de Batistas do Brasil sente-se na obrigação de contradizer o discurso que atribui ao PT a emergente “legalização da iniquidade”. Consideramos muito estranho que discursos como esse tenham aparecido somente agora, 30 anos depois de posicionamentos silenciosos e marcados por uma profunda e vergonhosa omissão diante da opressão e da violência a liberdades civis, sobretudo durante a ditadura militar (1964-1985). Estranhamos ainda que tais discursos se irmanem com grupos e figuras do universo político-evangélico maculadas pelo dinheiro na cueca em Brasília, além da fatídica oração ao “Senhor” (Mamon?).&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Estranhamos ainda que tais discursos não denunciem a fome, o acúmulo de riqueza e de terras no Brasil (cf. Isaías 5,8), a pedofilia no meio católico e entre pastores protestantes, como iniquidades há tempos institucionalizadas entre nós.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Estranhamos ainda que tais discursos somente agora notem a possibilidade da legalização da iniquidade nas instituições governamentais, e faça vistas grossas para a fatídica política neoliberal de FHC, além da compra do congresso para aprovar a reeleição. Estranhamos que tais discursos não considerem nossos códigos penal e tributário como iniquidades institucionalizadas. Os exemplos de como a iniquidade está radicalmente institucionalizada entre nós são tantos que seriam extenuantes. Certamente para quem se domesticou a ver nas injustiças sociais de nosso Brasil um fato “natural”, ou mesmo como a “vontade de Deus”, nada do mencionado antes parece ser iníquo. Infelizmente!&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;3. Como entidade identificada com o rigor da crítica e da autocrítica,&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;desejamos expressar nosso descontentamento com a manipulação de&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;imagens e de informações retalhadas, organizadas como apelo emocional e ideológico que mais falseia a realidade do que a&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;apreende ou a esclarece. Textos, vídeos, e outros recursos de&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;comunicação de massa, devem ser criteriosamente avaliados.&amp;nbsp;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Os discursos difamatórios tais como os que se dirigem agora contra o PT quase sempre se caracterizam por exemplos isolados recortados da realidade.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Quase sempre, tais exemplos não são representativos da totalidade dos grupos e das ideologias envolvidas. Dito de forma simples: uma das armas prediletas da difamação é a manipulação, que se dá quase sempre pelo uso de falas e declarações retiradas do contexto maior de onde foram emitidas. Em lugar de estratégias como essas, que consideramos como atentados à ética e à inteligência das pessoas, gostaríamos de instigar aos pastores, igrejas, demais grupos eclesiásticos e civis, o debate franco e aberto, marcado pelo respeito e pela honestidade, mesmo que resultem em divergências de pensamento entre os participantes.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;4. A Aliança de Batistas de Brasil é uma entidade identificada com a promoção e a defesa da vida para toda a sociedade humana e para o planeta. Mas consideramos também que é um perigo quando o discurso de defesa da vida toma carona em rancores de ordem política e ideológica.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Consideramos, além disso, como uma conquista inegociável a laicidade de nosso estado. Por isso, desconfiamos de todo discurso e de todo projeto que visa (re)unir certas visões religiosas com as leis que regem nossa sociedade. A laicidade do estado, enquanto conquista histórica, deve permanecer como meio de evitar que certas influências religiosas usurpem o privilégio perante o estado, e promova assim a segregação de confissões religiosas diferentes. É mister recordar uma afirmação de um dos grandes referenciais teológicos entre os batistas brasileiros, atualmente esquecido: “Os batistas crêem na liberdade religiosa para si próprios. Mas eles crêem também na igualdade de todos os homens. Para eles, isso não é um direito; é uma paixão. Embora não tenhamos nenhuma simpatia pelo ateísmo, agnosticismo ou materialismo, nós defendemos a liberdade do ateu, do agnóstico e do materialista em suas convicções&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;religiosas ou não-religiosas” (E. E. Mullins, citado por W. Shurden).&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Nossa posição está assentada na convicção de que o Evangelho, numa dada sociedade, não deve se garantir por meio das leis, mas por meio da influência da vida nova em Jesus Cristo. Não reza a maior parte das&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Histórias Eclesiásticas a convicção de que a derrota do Cristianismo&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;consistiu justamente em seu irmanamento com o Império Romano? Impor a influência de nossa fé por meio das leis do Estado não é afirmar a fraqueza e a insuficiência do Evangelho como “poder de Deus para a salvação de todo o que crê”? No mais, em regimes democráticos como o Estado brasileiro, existem mecanismos de participação política e popular cuja finalidade é a construção de uma estrutura governamental cada vez mais participativa. Foi-se o tempo em que nossa participação política estava confinada à representatividade daqueles em quem votamos.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;5. A Aliança de Batistas do Brasil se posiciona contra a demonização&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;do PT, levando em consideração também que tal processo nega o legado histórico do Partido dos Trabalhadores na construção de um projeto político nascido nas bases populares e identificado com a inclusão e a justiça social. Os que afirmam o nascimento de um “império da iniquidade”, com uma possível vitória do PT nas atuais eleições, “esquecem” o fundamental papel deste partido em projetos que trouxeram mais justiça para a nação brasileira, como, por exemplo: na reorganização dos movimentos trabalhistas, ainda no período da ditadura militar, visando torná-los independentes da tutela do Estado; na implantação e fortalecimento do movimento agrário-ecológico dos seringueiros do Acre pela instalação de reservas extrativistas na Amazônia, dirigido, na década de 1980, por Chico Mendes; nas ações em favor da democracia, lutando contra a ditadura militar e utilizando, em sua própria organização, métodos democráticos, rompendo com o velho “peleguismo” e com a burocracia sindical dos tempos varguistas; nas propostas e lutas em favor da Reforma Agrária ao lado de movimentos de trabalhadores rurais, sobretudo o MST; no apoio às lutas pelos direitos das crianças, adolescentes, jovens, mulheres, homossexuais, negros e indígenas; e na elaboração de estratégias, posteriormente transformadas em programas, de combate à fome e à miséria. Atualmente, na reta final&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, vemos que muita coisa desse&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;projeto político nascido nas bases populares foi aplicado. O governo&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Lula caminha para seu encerramento apresentando um histórico de&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;significativas mudanças no Brasil: diminuição do índice de desemprego,&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;ampliação dos investimentos e oportunidades para a agricultura familiar, aumento do salário mínimo, liquidação das dívidas com o FMI, fim do ciclo de privatização de empresas estatais, redução da pobreza e miséria, melhor distribuição de renda, maior acesso à alimentação e à educação, diminuição do trabalho escravo, redução da taxa de&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;desmatamento etc. É verdade que ainda há muito a se avançar em várias áreas vitais do Brasil, mas não há como negar que o atual governo do PT na Presidência da República tem favorecido a garantia dos direitos humanos da população brasileira, o que, com certeza, não aconteceria num “império de iniquidade”.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Está ficando cada vez mais claro que os pregadores que anunciam dos seus púpitos o início de uma suposta amplitude do mal, numa continuidade do PT no Executivo Federal, são os que estão com saudade do Brasil ajoelhado diante do capital estrangeiro, produzindo e gerenciando miséria, matando trabalhadores rurais, favorecendo os latifundiários, tratando aposentados como vagabundos, humilhando os desempregados e propondo o fim da história.&amp;nbsp;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Enfim, a Aliança de Batistas do Brasil vem a público levantar o seu&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;protesto contra o processo apelatório e discriminador que nos últimos&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;dias tem associado o Partido dos Trabalhadores às forças da iniquidade. Lamentamos, sobretudo, a participação de líderes e igrejas cristãs nesses discursos e atitudes que lembram muito a preparação das fogueiras da inquisição.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Maceió, 10 de setembro de 2010.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pastora Odja Barros Santos - Presidente&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pastores/as batistas membros da Aliança&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Joel Zeferino _ Igreja Batista Nazaré – Salvador-BA&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Wellington Santos – Igreja Batista do Pinheiro – Maceió-AL&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Paulo César – Igreja Batista Bultrins – Olinda –PE&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Paulo Nascimento – Igreja Batista da Forene – Maceió-AL&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Reginaldo José da Silva – Igreja Batista da Cidade evangélica dos órfãos – Bonança-PE&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Waldir Martins Barbosa – Ig. Batista Esperança&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Silvan dos Santos – Igreja Batista Pinheiros – São Lourenço da Mata- PE&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Marcos Monteiro – Comunidade de Jesus – Feira de Santana – BA&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. João Carlos Silva de Araujo - Primeira Igreja Batista do Recreio&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pra. Marinilza dos Santos - Igreja Batista Pinheiros – São Lourenço da Mata- PE&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Adriano Trajano – Chã Preta – AL&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Pedro Virgilio da Silva Filho - Serrinha BA&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Gilmar de Araújo Duarte - PIB Brás de Pina – RJ&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Alessandro Rodrigues Rocha - SIB Petrópolis, Petrópolis RJ&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr. Nilo Tavares Silva - Igreja:Batista em Praça do Carmo, Rio de Janeiro RJ&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr.Luis Nascimento - Princeton, NJ – USA&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Pr.Raimundo Barreto – USA&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="pre_itemInfo" style="color: #787878; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;div class="itemInfo" style="background-color: inherit; height: 14px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; padding-right: 3px; padding-top: 3px; text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-5285196595435350318?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/5285196595435350318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/09/eleicoes-2010-pronunciamento-da-alianca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/5285196595435350318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/5285196595435350318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/09/eleicoes-2010-pronunciamento-da-alianca.html' title='Eleições 2010 - Pronunciamento da Aliança'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-1427430670545186923</id><published>2010-05-06T10:56:00.000-07:00</published><updated>2010-05-07T04:05:46.158-07:00</updated><title type='text'>Admirável trabalho novo...</title><content type='html'>Esse é para as minhas alunas e alunos de TS-IV. Vejam alguns links sobre o livro de Aldous Huxley:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://livrosdamara.pbworks.com/f/admiravel_mundo_novo.pdf"&gt;http://livrosdamara.pbworks.com/f/admiravel_mundo_novo.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bocc.uff.br/pag/nunes-maira-admiravel-mundo-novo.pdf"&gt;http://www.bocc.uff.br/pag/nunes-maira-admiravel-mundo-novo.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unisinos.br/blog/ppgdireito/files/2008/08/temis-huxley-2008.pdf"&gt;http://www.unisinos.br/blog/ppgdireito/files/2008/08/temis-huxley-2008.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah sim, e não deixem de ouvir "Admirável Gado Novo" do Zé Ramalho:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=d5gu8FlDhfs&amp;amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=d5gu8FlDhfs&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá certo... ouçam também a Pitty... (em homenagem a minha amiga Bianca Daeb's):&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=aXJ_Ub1xbhw"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=aXJ_Ub1xbhw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém ainda não entendeu o "espírito da coisa" (desculpem a redundância... rss), leiam também esse texto do "Grande Inquisidor", extraído do livro "Os irmãos Karamazóv", onde Dostoiévski, &amp;nbsp;de algum modo, defende o legado do Cristo como sendo um convite à liberdade:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.scribd.com/doc/18746592/O-GRANDE-INQUISITOR"&gt;http://www.scribd.com/doc/18746592/O-GRANDE-INQUISITOR&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só isso pessoal... pouca coisa não acham? rsss&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(PS: Esse post teve o "patrocínio" de Déborah, que disse que com isso meu blog ia entrar para os "10 mais"... rsss)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-1427430670545186923?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/1427430670545186923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/05/admiravel-mundo-novo.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/1427430670545186923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/1427430670545186923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/05/admiravel-mundo-novo.html' title='Admirável trabalho novo...'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-6580036414714813949</id><published>2010-05-02T19:35:00.000-07:00</published><updated>2010-05-03T09:46:01.834-07:00</updated><title type='text'>Com Cristo... do lado de fora da igreja</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estes que tem transtornado o mundo chegaram até aqui...” (Atos 17:6b)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Oh! o negócio está apenas começado, bem longe de ser completado, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e a terra terá de sofrer ainda muito, mas atingiremos nosso fim, seremos césares &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e então pensaremos na felicidade universal".&amp;nbsp;(Os irmãos Karamazov – F. Dostoievski)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S942GxjBEPI/AAAAAAAAAFs/_O7vwK15MNk/s1600/MST.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="156" src="http://1.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S942GxjBEPI/AAAAAAAAAFs/_O7vwK15MNk/s200/MST.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt; font-style: normal; font-weight: normal;"&gt;Um escândalo: homens, mulheres e crianças; judeus e gentios; servos e livres; letrados e iletrados. Todos fazendo parte de uma mesma comunidade, sem qualquer distinção a não ser pelo carisma-dom de cada um. Mais do que isso: anunciando que um homem pobre, que nasceu na desconhecida Galiléia, que viveu entre os excluídos de seu povo: prostitutas, publicanos, aleijados e leprosos; que morreu na cruz como um agitador; este era ao mesmo tempo o “Filho de Deus” e “Salvador da humanidade”. Obviamente para as elites deste tempo, isto era considerado um completo disparate! Pois ao invés de uma sofisticada doutrina de salvação, via iluminação através do conhecimento, ou de elaborados rituais e sacrifícios, os discípulos do Nazareno pregavam que Deus estava salvando a humanidade através da fé no Cristo, na simplicidade da vida, na comunhão do pão e do vinho, na compaixão para com os que estão em dificuldades (Tg. 1:26-27). Simples assim: fé, amor e solidariedade salvariam a humanidade, e seriam o verdadeiro critério para o julgamento Divino (Mt. 25:31-46). Por essa “ousadia”, as primeiras comunidades cristãs pagaram caro: foram alvo da intolerância por pessoas formadas na tradição judaica, por outros de cultura helênica, e principalmente por parte do império e suas estruturas de poder.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt; font-style: normal; font-weight: normal;"&gt;Com o passar do tempo, a situação foi ficando bem diferente: de uma “seita” formada por mulheres, pobres e crianças, o Cristianismo se tornou uma religião mundial, com templos que se assemelham a palácios, e detendo uma quantidade de poder – financeiro, político, social – que se reunidos numa única frente, poderiam modificar a realidade do mundo. Mas não mudou somente a situação socioeconômica. Mudaram também os valores. De oprimidos, em alguns casos, passamos a opressores. De “transtornadores” da realidade, nos acomodamos a ela, e nos tornamos conservadores, burgueses, moralistas. Ao invés de sermos os primeiros a incluir os novos marginalizados da sociedade, somos os últimos, e sempre com uma profunda má-vontade e resistência. Ficamos a reboque das leis; quando elas nos impedem de continuar segregando os negros (vide a África do Sul e EUA), paramos. Penso que, como diz o sociólogo de origem pentecostal Gedeon Freire, que no futuro, quando a lei impedir à discriminação e a incitação a violência contra os homossexuais, mesmo a contragosto, as comunidades cristãs irão se adequar para continuarem gozando de “legalidade e legitimidade” que parece que se tornou a grande obsessão do movimento cristão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt; font-style: normal; font-weight: normal;"&gt;É verdade que comunidades cristãs prosseguem aqui e ali mantendo o espírito primeiro: pessoas que durante a semana são “invisíveis” por exercerem funções subalternas na sociedade, aos domingos se transformam em pregadores, pastoras e profetas, e passam a deter o poder de anunciar a mensagem de Deus; podem participar ativamente dos grupos de estudos, orarem em público, e não obstante não serem nada parecidos uns dos outros, são considerados e respeitados em suas diferenças e individualidade. Mas... ao mesmo tempo, o chamado “movimento de crescimento de igrejas” é uma frustração para quem ainda sonha com um Evangelho comprometido com a vida e com a humanidade. O que dizer de que igrejas adotam o sistema de “segmentação”, por que leram num livro da moda que diz que a igreja deve direcionar sua mensagem a um “público-alvo”, conseguindo assim uma maior eficiência no atendimento a essa “fatia do mercado”, e com isso, um número maior de membros? Claro que do ponto de vista da pragmático, é uma maravilha: pessoas parecidas, com gostos parecidos, reunidos num espaço que reflete o gosto comum. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;Do lado de fora fica o resto do mundo, junto com Cristo, batendo na porta...&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-6580036414714813949?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/6580036414714813949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/05/com-cristo-do-lado-de-fora-da-igreja.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/6580036414714813949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/6580036414714813949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/05/com-cristo-do-lado-de-fora-da-igreja.html' title='Com Cristo... do lado de fora da igreja'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S942GxjBEPI/AAAAAAAAAFs/_O7vwK15MNk/s72-c/MST.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-7859120464540759647</id><published>2010-04-04T10:27:00.000-07:00</published><updated>2010-04-04T18:50:11.413-07:00</updated><title type='text'>A vida em face da morte</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;“Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá;&amp;nbsp;o Senhor o deu,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1:20)&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: 12px;"&gt;“Vida minha vida... olha o que é que eu fiz...” (Chico Buarque)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 9pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7k_kRgDVtI/AAAAAAAAAFk/oSSPGIvk3N0/s1600/Corda_bamba1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="142" src="http://4.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7k_kRgDVtI/AAAAAAAAAFk/oSSPGIvk3N0/s200/Corda_bamba1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&amp;nbsp;“Viver é muito perigoso”; nisso concordam o filósofo Nietzsche e o personagem Riobaldo, da obra “Grande Sertão: veredas” de Guimarães Rosa. Exagerando um pouco, diria que todos nós concordamos tacitamente com eles, ainda que por motivos diferentes. Seja por que ficamos impressionados com as más notícias do telejornal; por teremos presenciado uma situação de violência; ou, ainda por ter vivido uma situação-limite, como um acidente ou enfermidade grave.&amp;nbsp;Enfim... Há adágios suficientes que dão conta dessa fragilidade que é estar vivo: “Quem é nascido já é velho o suficiente para morrer”; “A única coisa certa na vida é a morte”. &amp;nbsp;Viver é mesmo a difícil busca de se equilibrar&amp;nbsp;sobre a corda bamba...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;Se é assim, o que fazer?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;É possível tentar fingir que não há perigo; inventar um mundo onde coisas ruins não acontecem – pelo menos não conosco -, e onde estamos livres de todos os perigos. Uma pausa: lembrei-me das narrativas sobre Sidarta Gautama, cuja busca espiritual começa justamente diante da perplexidade que experimenta diante da velhice da doença e da morte. Voltando ao assunto: fingir não ver o que é a realidade sempre acaba em decepção, pois mais hora menos hora, ela, a realidade nos cobra sua fatura. &amp;nbsp;Aquilo que mais tememos, acaba por nos alcançar (Jó 3:25).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;Um segundo modo de lidar com o “perigo” da vida, é afundar-se num pessimismo cego. Passar a enxergar só as desgraças, revolver-se nelas. Afinal, se o fim de todos é a morte, por que ter esperança? Essa atitude peca por não perceber um aspecto óbvio – antes da morte, há algo grandioso, se não em tempo, mas em possibilidades, que é a vida. Não aproveitar tudo o que pudermos disso, é perder a grande oportunidade que temos - ainda que a vida seja na “fé” de alguns, um breve intervalo entre dois "nadas" ou talvez, principalmente aí - e que se renova a cada vez que o velho sol aparece no horizonte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;A terceira opção que encontro para lidar com os limites da vida, é ter coragem, muita coragem. É repetir tal qual vemos na narrativa de Jó: “O Senhor deu, o senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor”. Que fique claro: a beleza deste texto pra mim não está numa suposta inexorabilidade dos desígnios divinos. Não me anima a idéia de um Jó fatalista – é bom lembrar que ele passa boa parte de seu pequeno livro reclamando um bocado. O que acho interessante imaginar a partir deste texto, é um Jó que não lamenta as tragédias como se estivesse sendo castigado por Deus; ou ainda que aquilo que lhe aconteceu não deveria de modo nenhum tê-lo atingido. Não. Ele reconhece a inteireza da vida, com o que há de belo e de trágico. Nada lhe é estranho; tudo está contido na experiência de viver, incluindo a morte, como ilustra o que a tradição diz sobre São Francisco em seus momentos finais “Bem-vinda sejas, irmã minha, a morte!”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma;"&gt;É claro que nem sempre se tem tanta coragem assim. Lembrando do nosso Jó, ele fraqueja em diversos momentos de suas experiências trágicas, o que não apaga a beleza de sua decisão naquele momento difícil. Nós também, ainda que na inconstância de nossas emoções, podemos viver de tal maneira, com coragem e fé, amando a vida, sem negar a morte. Pois, como disse Guimarães Rosa, três dias antes sua morte: “A gente morre é pra provar que viveu (...) A gente não morre. Fica é encantado”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-7859120464540759647?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/7859120464540759647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/04/vida-em-face-da-morte.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/7859120464540759647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/7859120464540759647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/04/vida-em-face-da-morte.html' title='A vida em face da morte'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7k_kRgDVtI/AAAAAAAAAFk/oSSPGIvk3N0/s72-c/Corda_bamba1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-4222347761926656018</id><published>2010-03-29T04:25:00.000-07:00</published><updated>2010-03-30T06:46:52.836-07:00</updated><title type='text'>Ele e ela</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://oqueavidanosreserva.files.wordpress.com/2009/04/despedida.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://oqueavidanosreserva.files.wordpress.com/2009/04/despedida.jpg" width="149" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Fiquei sabendo ontem sobre o concurso de microcontos que a ABL está promovendo no Twiter. Como estou descobrindo que teclar 140 caracteres não dói, mandei meu "textículo" também. Confira lá&amp;nbsp;&lt;a href="https://twitter.com/joelzef"&gt;https://twitter.com/joelzef&lt;/a&gt;, confira aqui... você é quem sabe... rs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inspiração do texto (se inspiração há &amp;nbsp;- &amp;nbsp;rss) é uma espécie de "Por que era ela, por que era eu" -&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=iolCyTnVcoA"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=iolCyTnVcoA&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;as avessas. Ou então foi em "Ela disse adeus" -&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sxBPKpwb7yI"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=sxBPKpwb7yI&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;do Paralamas, que tenho ouvido um bocado esses dias. &amp;nbsp;Tem ainda "Cedo ou tarde" do Paulinho Moska -&amp;nbsp;&lt;a href="http://vagalume.uol.com.br/paulinho-moska/cedo-ou-tarde.html"&gt;http://vagalume.uol.com.br/paulinho-moska/cedo-ou-tarde.html&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- Humm...&amp;nbsp;acho que vou ficar com a primeira, afinal, Chico é mais "cult"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ele, triste, procurava fingir que não. Ela, feliz, procurava um modo de dizer. Olharam um para o outro e disseram: “Eu te amo”. E partiram"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(se você se deu ao trabalho de contar, descobriu que tem 141 caracteres. Na versão "oficial" não tem as "aspas" - &amp;nbsp;ops, acho que exagerei... rsss)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualização: 30/03/2010 - "&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;Ele, triste, procurava fingir que não. Feliz, ela estava ansiosa por&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;falar. Olharam um para o outro e disseram: “Eu te amo”. E partiram".&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-4222347761926656018?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/4222347761926656018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/03/ele-e-ela.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/4222347761926656018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/4222347761926656018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/03/ele-e-ela.html' title='Ele e ela'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-4195798732336578498</id><published>2010-03-26T05:01:00.000-07:00</published><updated>2010-03-26T13:36:29.836-07:00</updated><title type='text'>Os perigosos advogados de Deus</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/03/100325_igreja_nyt_pu.shtml"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/03/100325_igreja_nyt_pu.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;Notícias sobre pedofilia: dolorosas de se ler. É terrível imaginar só por um momento, a dor infligida a milhares de crianças ao redor do mundo vítimas de abuso por aqueles que deveriam protegê-las. Infelizmente, são justamente os pais, parentes próximos, professores e outros cuidadores, os maiores responsáveis por essa violência, o que torna o crime além de monstruoso, algo quase impossível de coibir.&lt;br /&gt;E quando os responsáveis pelo abuso são lideranças religiosas? Bem, a pedofilia é terrível em qualquer lugar. Não creio que seja mais trágica ou horrível quando cometida por pastor ou padre, do que quando cometida por um pai ou padastro. O problema que envolve as instituições religiosas é outro. Além do crime extremamente grave do abuso de crianças, soma-se um esquema de ocultação, que quanto mais poderosa a instituição envolvida mais amplas são suas conseqüências.&lt;br /&gt;É fato que nenhuma instituição, religiosa ou não, está livre de ter entre seus filiados pessoas que cometam os crimes mais absurdos. O que faz a diferença é como ela lida com esses criminosos. Há disposição para enfrentá-los com a força da lei, ou se procura esconder os envolvidos em nome de proteger a “imagem da instituição”? Infelizmente essa tem sido a prática nas igrejas, e isso tem ficado cada vez mais claro, nesse tempo em que temos visto notícias e mais notícias sobre os escândalos de pedofilia na igreja católica.&lt;br /&gt;Há quem veja como principal causa da pedofilia entre os cléricos católicos, a inadequada lei do celibato, baseada numa imagem sobre o corpo e a sexualidade que nada tem a ver com a beleza como ela é apresentada, por exemplo, no livro dos Cânticos dos Cânticos, ou ainda na principal afirmação de fé do cristianismo de que Deus mesmo assumiu forma e corpo humano – sendo assim, o corpo não pode ser intrinsecamente mau. Isso pode até ser verdade, mas o que mais me incomoda é essa prática defendida por um representante do catolicismo, que o silêncio e a falta de transparência eram uma forma de proteger a igreja, e por extensão, Deus.&lt;br /&gt;A história é pródiga em exemplos: todas as vezes que alguém se julga no dever de defender Deus, pessoas sofrem e morrem por isso. Certamente Deus não precisa de advogados assim. Caso precisasse, não seria Deus.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-4195798732336578498?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/4195798732336578498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/03/os-perigosos-advogados-de-deus_1184.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/4195798732336578498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/4195798732336578498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/03/os-perigosos-advogados-de-deus_1184.html' title='Os perigosos advogados de Deus'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606530954583507655.post-7917878217926930219</id><published>2010-02-24T05:29:00.000-08:00</published><updated>2010-02-24T05:35:49.534-08:00</updated><title type='text'>O Espírito da Coisa - Divagações sobre o corpo... e o que mais?</title><content type='html'>Bom dia! (será que é mesmo manhã? Pode ser também tarde ou noite - no sentido literal e figurado...). &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah... Apenas "oi" então... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou dando os primeiros passos na blogosfera. Sou um dentre milhares que alguém disse que deveria escrever um blog - amigos! Esses seres misteriosos...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, como todo blogueiro metido a intelectual (blargh...), vou dizer que estou aqui apenas para expressar minha individualidade, sem me importar se serei lido ou não - mentira! Todos querem a fama e fortuna, ou qualquer coisa que o valha... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cacetada! Já passei os 120 caracteres... Esse não vão pro twiter, que aliás, nem tenho... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah... É só. E ponto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606530954583507655-7917878217926930219?l=o-espiritodacoisa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/feeds/7917878217926930219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/02/o-espirito-da-coisa-divagacoes-sobre-o.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/7917878217926930219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606530954583507655/posts/default/7917878217926930219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://o-espiritodacoisa.blogspot.com/2010/02/o-espirito-da-coisa-divagacoes-sobre-o.html' title='O Espírito da Coisa - Divagações sobre o corpo... e o que mais?'/><author><name>Zeff</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10803309867818516598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4554qaO6-eA/S7FwvKDD_5I/AAAAAAAAAFA/o6ccm6fg7e4/S220/DSC00269.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
